Antes de decidir o que mudar, é preciso interpretar com precisão a cultura que existe, não a que se imagina existir. Este movimento produz autoconhecimento organizacional e transfere para a liderança a capacidade de ler a própria cultura.
Nível 1 · Conformidade Social
A organização opera segundo padrões que ninguém escolheu deliberadamente.
Investigamos passado, presente e expectativas de futuro, identificamos os estímulos e bloqueios que governam como as pessoas se relacionam, decidem e realizam o trabalho, e estabelecemos uma perspectiva realista de como a cultura impulsiona ou restringe as prioridades estratégicas.
Nível 2 · Consciência Autoral
A leitura da cultura deixa de ser intuitiva e passa a ser precisa. Os líderes reconhecem a relação entre cultura, estratégia de negócio e engajamento, e assumem o compromisso de criar ambiente e sistemas de gestão que sustentem o equilíbrio entre experimentação e eficiência. É onde a cultura deixa de ser algo que acontece com a organização e passa a ser algo que ela escreve.